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2018-11-09 - Segurança

Atlas da Acidentalidade 2018 mostra os piores trechos nas rodovias federais

Atlas da Acidentalidade 2018 mostra os piores trechos nas rodovias federais

Criado em 2016, pelo PVST (Programa Volvo de Segurança no Trânsito), o Atlas de Acidentalidade no Transporte é um material que traz o diagnóstico completo sobre os acidentes causados no trânsito do país. O Atlas traz uma visão com os piores trechos, as principais causas e as mais letais, os dias da semana e horário em que os acidentes mais ocorrem e por tipo de veículo.

 

Nos últimos dez anos, o ano de 2011 se destaca negativamente com o maior número de acidentes e mortes, sendo 192.326 e 8.675, respectivamente. No ano seguinte houve uma melhora no volume total de acidentes, reduzindo em 30% o número total de 2012. Seguindo em queda, os números de acidentes no trânsito chegaram a 89.386 e 6.243 mortes no final de 2017, uma média de 17 óbitos por dia. Nos últimos anos, houve ainda a diminuição no índice de periculosidade em cinco trechos de 10 quilômetros em rodovias federais, aliado ao número menor de óbitos.

 

A principal causa do maior número de mortes nas rodovias federais em todos os estados em 2017 foi a falta de atenção. Porém, a causa com maior índice médio de gravidade (6,8) é a ultrapassagem indevida, que responde por 2.053 acidentes e 425 mortes, seguido de desobediência à sinalização (5,4); ingestão de álcool e velocidade incompatível (ambos com 4,8).

 

Rodovia

Trecho (km)

Estado

Maior registro de mortes/Ano

Mortos/2017

BR-153

km 504 ao 513

Goiás (GO)

25 mortes (2010)

3

BR-222

km 2 ao 11

Ceará (CE)

24 mortes (2010)

9

BR-262

km 1 ao 10

Espírito Santo (ES)

19 mortes (2011)

2

BR-381

km 481 ao 490

Minas Gerais (MG)

16 mortes (2011)

6

BR-101

km 94 ao 103

Rio Grande do Norte (RN)

17 mortes (2012)

6

 

“Os dados servem de orientação para a população em geral quanto aos riscos nas rodovias federais e também para as empresas de transportes, que poderão utilizar essa base rica para melhor gerenciar os riscos das viagens”, destaca Anaelse Oliveira, responsável pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito - PVST.

 

A edição de 2018 do Atlas revela que o ranking dos estados com maior número de mortes por mil quilômetros de rodovia federal é composto por: Espírito Santo (246), São Paulo (237), Rio de Janeiro (237), Distrito Federal (228) e Sergipe (159), respectivamente. Em número absoluto de mortes: Minas Gerais (869); Paraná (613); Bahia (594); Rio Grande do Sul (391) e Santa Catarina (381).

 

O Atlas 2018 revela o ranking com os 06 piores trechos de 10 quilômetros de todas as rodovias federais com maior acidentalidade em 2017. Ocupando as 1ª e 5ª posições estão os trechos do km 204 ao km 213 (BR 101) e do km 0 ao km 9 (BR 282), localizados na Região Metropolitana da grande Florianópolis, em Santa Catarina. As demais posições são ocupadas por trechos localizados nos Estados do Espírito Santo, São Paulo, Pará e Paraná. Entre as principais causas de acidentes nesses trechos estão: falta de atenção à condução, velocidade incompatível, falta de atenção do pedestre e ultrapassagem indevida.

 

Ranking
Piores Trechos

(Acidentes com todos os tipos de veículos)

Rodovia

Trecho (km)

Localidade/Estado

Número total de acidentes

BR-101 SC

Do km 204 ao 213

São José, Região Metropolitana de Florianópolis (SC)

807

BR 101 - ES

Do km 262 ao 271

Serra, Região Metropolitana de Vitória (ES)

384

BR-116 SP – Via Dutra

Do km 216 ao 225

Guarulhos (SP)

479

BR-316 -PA

Do km 1 ao 10

Ananindeua, região Metropolitana de Belém (PA)

330

BR 282 - SC

Do km 0 ao 9

São José Região Metropolitana de Florianópolis (SC)

298

BR-376 - PR

Do km 174 ao 183

Maringá (PR)

362

 

A principal inovação no Atlas 2018 foi a quantificação da gravidade associada a cada acidente, focando no número de pessoas envolvidas, classificando-as segundo critérios da Polícia Rodoviária Federal. Essa análise dos dados passou a ser feita a partir de uma nova definição, o índice de periculosidade, que leva em conta todos os envolvidos no acidente - ilesos, vítimas leves, vítimas graves, mortos - e não apenas os critérios de classificação dos acidentes pela gravidade, como anteriormente.

 

“Segurança é um valor fundamental da Volvo. Somos incansáveis em ações para aumentar a conscientização e reduzir acidentes. Há mais de 30 anos por meio do Programa Volvo de Segurança no Trânsito fomentamos ações e debates”, afirma Solange Fusco, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.

 

O portal Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro é uma das ações do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) dentro da visão Zero Acidentes, que tem como ideal de futuro zerar o número de acidentes com veículos comerciais Volvo. Acesse gratuitamente no link: www.atlasacidentalidadenotransporte.com.br

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